Nas paragens mais longínquas e quentes do planeta, já lá vão cinquenta e cinco anos, dois jovens encontraram-se, por acaso. Ela, muito nova, praticamente, saída da adolescência, belíssima e extremamente bem constituída, enquanto mulher; ele, um jovem, com alguma idade superior a ela, com formação, militar e, desde logo, ficou encantado, pois aos seus olhos, teria descoberto a “fada dos seus sonhos”. Naturalmente que ambos se apresentaram. Estavam na moradia dela, mas isso não impediu que, desde logo, iniciassem uma conversa, tendo escolhido para tema, o “Dia dos Namorados”.
Neste dia, tão importante para quem
verdadeiramente está apaixonado ou, pelo menos se gosta muito, todas as
manifestações de carinho, de atenção, gentileza e, sobretudo, de inequívocas:
solidariedade, amizade, lealdade e gratidão, nunca serão demais, pelo
contrário, são necessárias.
Naturalmente que não deveria ser apenas no
“Dia dos Namorados”, portanto, uma vez por ano, mas sim todos os dias, porque
sentimentos tão dignificantes, quanto maravilhosos, são para serem revelados,
exercitados à/e para a pessoa de quem se gosta, que se ama e, igualmente, se
possível, vice-versa, porque a retribuição de um amor, é como uma bênção que se
deseja receber da pessoa que se ama.
Na verdade, a dimensão sentimental da pessoa
humana será tão relevante e necessária quanto a sua faculdade racional. A
relação interpessoal que deve existir no seio da sociedade é um fator de
estabilidade, mas antes dessa grandeza societária, determinados princípios,
valores e sentimentos têm de estar em nós, partir de nós para os outros e
nestes, a começar na família, porque é nesta instituição que se funda a
sociedade, com tudo o que ela comporta, de melhor ou de pior.
Com efeito: «A conexão entre as pessoas só é plenamente exercida quando a
intimidade é vivida pela expressão clara dos sentimentos. Elas não eram capazes
de experimentar a intimidade sem uma maior clareza no coração (…). A intimidade
que vem de um coração puro é essencial no relacionamento de um casal.»
(BAKER, 2005:130).
Viver este dia consagrado aos Namorados
consiste em assumir atitudes de quem, por exemplo, pela primeira vez faz juras
de “amor eterno” formulação e/ou renovação de promessas e, no caso de amigos
íntimos, o compromisso de reforçar a amizade, demonstrar que realmente queremos
estar com a pessoa de quem sinceramente gostamos e que, igualmente, desejamos a
sua retribuição, eternamente.
Cada vez se torna mais difícil viver
“Eternamente Enamorado”. As Bodas de Ouro”, são cada vez mais raras, vários são
os obstáculos, verdadeiros ou imaginários, que se colocam a muitos casais,
talvez porque o amor não foi sendo “regado”, acarinhado, aprofundado e
consolidado.
Diz a experiência deste casal, já bem maduro,
que o amor verdadeiro, “entranhado” nos seus corações, nas suas consciências
não “morre” por “dá cá aquela palha”, mas sim porque nem sempre se trabalha bem
a comunicação, as cedências têm de ser mútuas, porém, livremente assumidas, sem
constrangimentos, nem imperativos.
ENAMORADOS ETERNAMENTE, poderá significar uma
vida a dois, durante uma existência terrena inteira, porque sempre é possível
descobrir, e praticar, novas e aliciantes formas de amar, qual delas,
perduravelmente, a melhor. Não haverá nada melhor nesta vida do que amar e se
amado, ter um ombro amigo no qual possamos desabafar, chorar e sermos
compreendidos, porventura, tolerados e, no limite, PERDOADOS.
Bibliografia
BAKER,
Mark W., (2005). Jesus o Maior Psicólogo que já Existiu. Tradução, Cláudia
Gerpe Duarte. Rio de Janeiro: Sextante.
BRIAN L.
Weiss, M.D. (2000). A Divina Sabedoria dos Mestres. Um Guia para a Felicidade,
alegria e Paz Interior. Tradução, António Reca de Sousa. Cascais: Pergaminho.
“NÃO,
ao ímpeto das armas; SIM ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=924397914665568&id=462386200866744
Venade/Caminha
– Portugal, 2026
Com o protesto
da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino
Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente
HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
https://www.facebook.com/ermezinda.bartolo
http://diamantinobartolo.blogspot.comhttps://www.facebook.com/diamantino.bartolo.1
TÍTULO
DE LORDE, POR MÉRITO CULTURAL” a quem devem ser prestadas as Honras da
dignidade atribuída aos membros desta Casa Real de Borgonha – Afonsina, bem
como o direito ao uso de armas distintivas. Dado e assinado, no Gabinete do
Chefe da Casa Real, em 27 de Dezembro de 2025.
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TÍTULO NOBILIÁRQUICO DE COMENDADOR
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