A reflexão que agora se coloca à disposição das pessoas, amantes dos grandes valores da dignidade humana, dos quais se destacam, para já: a solidariedade, a amizade, a lealdade, a gratidão, a liberdade, a igualdade, de entre outros, identicamente fundamentais para a vida harmoniosa em sociedade, lança, justamente, um apelo à meditação sobre o mundo que desejamos construir.
Hoje, primeiro quarto
do século XXI, numa sociedade muito complexa, extremamente exigente,
seguramente, pelo menos, muito diferente do que em épocas passadas, as pessoas,
as famílias, os governos, as empresas, as instituições em geral, as nações,
seja qual for a sua natureza, confrontam-se com situações muito difíceis, que
exigem soluções verdadeiramente, em alguns casos, dir-se-ia, “milagrosas”.
A gestão de pessoas,
num enquadramento de valores essenciais à dignidade humana; a uma vida
confortável, com expectativas de um futuro relativamente próspero; a
constituição das famílias e as dificuldades que elas encontram na sua
consolidação, no desejo legítimo de muitos casais terem filhos; uma velhice
tranquila e merecidamente recompensada, entre outras condições que são
desejáveis, para a vida adequada às necessidades mais elementares, são
objetivos que se perseguem e que cada vez parecem mais difíceis de se atingir.
Com efeito, é
fundamental, desde logo, que todas as pessoas, independentemente do seu
estatuto, desenvolvam uma sincera sensibilidade humanista, muita competência e
empenhamento em tudo o que se envolverem, na medida em que será pelo estudo,
pelo trabalho, pela poupança que se podem atingir níveis e qualidade de vida,
como todo o ser humano deseja, e tem direito.
Desenvolver
“Relações Sociais para o Sucesso”, não pretendendo
ser a panaceia para todos os males, nem sequer ter a ambição de resolver os
problemas do mundo, e muito menos descobrir as fórmulas mágicas, para que toda
a gente possa levar uma vida com responsabilidade, almeja, isso sim, demonstrar
que é possível uma vida melhor, que existe sempre uma esperança, num mundo
melhor.
Abordar temas como: “Dimensão Axiológica da Pessoa Humana”;
“Conduta Ética dos Poderes; uma via para a Pacificação”, “Gratidão, Virtude que
Gera Amizade e Paz”, “Idosos: Um Património de Sabedoria e Experiências”, “Crianças:
Herança para um Mundo Melhor”, “Gestão e Liderança Humanizadas das Pessoas”,
“Comunicação e Relações Humanas”, “Sociedade Ética para o Século XXI”, “Vida
Digna”, “Filosofia para um Casamento de Sucesso”, “O Líder do Século XXI”,
entre muitos outros, justificam uma tomada de consciência, para todos nós nos
esforçarmos, um pouco mais, a fim de podermos dar um contributo positivo para
as novas gerações.
É claro que outros
temas poderiam ser abordados, noutras perspectivas, até com melhores
resultados, embora estes só se possam avaliar decorrido o tempo suficiente para
que uma, duas ou três gerações, se consciencializem de que, realmente, ninguém
pode, nem deve, ficar de braços cruzados, à espera que um Estado Social, ou a
família, amigos e instituições resolvam todas as situações.
Finalmente, com
aquele conjunto de reflexões, desejo satisfazer, ainda que pobremente, o desejo
de quem se preocupa com as Ciências Humanas e Sociais que, também eu, reconheço
como muito importantes no nosso dia-a-dia. Pretendo, com todas as lacunas e
defeitos que me caraterizam, manifestar a minha GRATIDÃO a quem me estimula
para “agarrar” estes desafios, extremamente arriscados, mas ao mesmo tempo,
gratificantes.
Sentir-me-ei
eternamente agradecido se, pelas Relações
Sociais, contribuir para que, todos juntos, nos valores da dignidade
humana, possamos dar um, ainda que muito pequenino auxílio, para um futuro
melhor: seja para as gerações que se aproximam do “fim da linha”, como aquela a que eu já pertenço; seja, também,
para as mais novas que, generosamente, vão ajudar a construir um mundo melhor
e, seguramente, permitir que nós, os “seniores”,
(carinhosamente, ‘Os Cotas’) tenhamos as melhores condições para percorrer o
resto da “linha”.
Boa leitura, no
futuro, melhores pensamentos, para que a “FAMA: Família, Amizade,
Meditação e Ação”, nestes quatro elementos, seja o ponto cardeal
pelo qual consigamos orientar as nossas vidas, e o futuro da humanidade.
Seremos todos muito “famosos”, se
começarmos, desde já, a exercitar aquelas referências e, simultaneamente,
agregarmos os grandes valores da dignidade humana, a ela associados.
“NÃO, ao ímpeto das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo.
Caminho para a PAZ”
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Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras
e Artes de Portugal
http://diamantinobartolo.blogspot.com
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