Toda a gente, em geral, deseja uma festa Natalícia com solenidade, esta no seu sentido mais grandioso e digno, onde a Paz, a solidariedade, a amizade, a lealdade, a gratidão, e tantos outros valores, genuinamente humanos, nos fortalecem, nos enobrecem e nos elevam acima de toda a natureza, que connosco convive neste planeta. Reconheçamos que somos seres superiores, neste mundo terreno.
O Natal que desejamos para nós, pode ser,
igualmente, pretendido para os nossos irmãos na Fé, no Amor, na Amizade e nos sentimentos
mais nobres. É crucial que se faça um “esforço”, que se pratique um ato de
generosidade, no sentido de promovermos a aproximação daqueles que, apesar de
nos terem ofendido, humilhado e magoado, ao longo do ano, ainda alimentam a
esperança de recuperarem amigos, entre os quais, nós poderemos ser um deles.
A Reconciliação é, inevitavelmente, a “prenda” que
“embrulhará” o que de mais profundo
deverá existir nas nossas vidas, que queremos para nós, mas também para todos
os que connosco coabitam neste mundo. Uma prenda que comporte, em si mesma,
princípios, valores, sentimentos e emoções humanistas, mas também alguns bens
materiais, tão necessários à vida confortável e condigna.
Nesta reflexão de Natal, o seu autor desejará
muito ser o primeiro a pedir perdão a todas as pessoas que, por quaisquer
circunstâncias da sua vida, magoou, ofendeu e criticou injustamente. Fica claro
que, da sua parte, pede idêntico comportamento a quem, de alguma forma, também
o lacerou, afrontou e rejeitou, injusta e arbitrariamente, talvez, até,
eventualmente, com alguma crueldade.
Nesta quadra de grande solenidade para a família,
mas também de autêntica reconciliação, façamos todos nós, um esforço: para
sermos retos, para adotarmos comportamentos assertivos, fidedignos e
transparentes, mesmo que tenhamos de “abdicar” de outros interesses, situações,
pessoas e “pseudoamizades”, porque a reconciliação também não pode ser
“capitulação”, total e incondicional, a quem não tem estado, e continua a não
estar connosco, ou, pior do que isto, a quem quer estar connosco e com quem nos
ofende.
Natal, festa da Família, da Reconciliação, do
Amor/Amizade/Paz. Que este ano o possamos usufruir em plenitude de liberdade,
qualquer que esta seja: política, religiosa, profissional, social, estatutária
ou de outra natureza. Todos temos o direito à diferença, todos devemos
respeitar as posições de cada pessoa, concordando ou não com as suas ideias,
atitudes e comportamentos, desde que não sejamos ofendidos, nem humilhados.
O Natal também deve ser recordado, por muito que
nos custe e faça sofrer, pela situação das centenas de milhares de migrantes,
das centenas de mortes, dos milhares de crianças que estão a sofrer autênticas
desumanidades, que não têm culpa nenhuma, que nem sequer pediram para nascer, continuam
a ser as vítimas mais frágeis neste mundo, mas que estão a sofrer os desmandos
dos adultos.
A Europa, dita civilizada, ancestralmente
defensora dos valores humanistas, onde Portugal se inclui, não pode ficar
indiferente a tantos conflitos e catástrofes. Cabe aos povos das nações
beligerantes, e não só, como também a todos os governantes, entenderem-se na
resolução da situação de quem está diminuído em quase todas as suas dimensões
humanas. Haja respeito, compreensão, solidariedade, amor benevolência,
compaixão e caridade pelos nossos irmãos migrantes e por todos os que estão a
sofrer as consequências de guerras inadmissíveis em pleno século XXI.
Nesta sublime quadra Natalícia, deixo-vos sinceros
votos de Festas vividas com muita alegria, felicidade, amor, serenidade e paz.
Que, no que for possível, nos reconciliemos, sem renunciarmos aos nossos
princípios, valores, sentimentos e emoções.
Que sejamos capazes de praticar a solidariedade, a amizade, a lealdade, sempre com humildade e gratidão, principalmente para com as pessoas que já demonstraram estar incondicionalmente do nosso lado, para o nosso bem-estar material e espiritual.
“NÃO, ao ímpeto
das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=924397914665568&id=462386200866744
Venade/Caminha –
Portugal, 2026
Com o protesto da
minha permanente GRATIDÃO
Diamantino
Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente
HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
TÍTULO DE
LORDE, POR MÉRITO CULTURAL” a quem devem ser prestadas as Honras da dignidade
atribuída aos membros desta Casa Real de Borgonha – Afonsina, bem como o
direito ao uso de armas distintivas. Dado e assinado, no Gabinete do Chefe da
Casa Real, em 27 de Dezembro de 2025.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3280847158747673&set=pcb.3280849792080743
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3286626388169750&set=pcb.30113390628317777
TÍTULO
NOBILIÁRQUICO DE COMENDADOR.
CONDECORADO COM
A “GRANDE CRUZ DA ORDEM INTERNACIONAL DO MÉRITO DO DESCOBRIDOR DO BRASIL,
Pedro Álvares
Cabral” pela Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística
https://www.caminha2000.com/jornal/n925/venade.html
EMBAIXADOR
CULTURAL PERPÉTUO. BRASIL. ANGOLA. CABO VERDE. GUINÉ BISSAU. MOÇAMBIQUE. S.
TOMÉ E PRÍNCIPE. EMBAIXADA CULTURAL BRASIL ÁFRICA. 2025
https://www.facebook.com/photo/?fbid=864391462845141&set=pcb.864391572845130
Patrono da ALSPA
– Academia de Letras de São Pedro da Aldeia- Cadeira Nº 1