O Natal é união da família, certamente, mas essa circunstância constitui, apenas, uma parte da grandeza que devemos dar ao dia do nascimento de Jesus Cristo, obviamente, na perspectiva dos devotos católicos, porque outras manifestações, realizadas por crentes noutras dimensões religiosas, seguramente que devem ser respeitadas, sem censuras, nem condenações, até porque, poderá alguém afirmar com total certeza, quem é que neste mundo está certo ou errado, no que respeita a uma possível vida espiritual, para além da morte física?
No âmbito das nossas tradições natalícias: sejam de
natureza religiosa cristã; sejam no âmbito dos festejos profanos; sejam, ainda,
ao nível da solidariedade para com os mais necessitados, a verdade é que
deveremos colocar de lado todas e quaisquer divergências, que nos tenham
separado no passado e, retomemos, agora, uma vida de harmonização, de amor, de
paz e de felicidade.
Neste Natal de 2025, e no que a Portugal respeita,
haveria melhores condições materiais para que: as pessoas, as famílias, os
trabalhadores, os empresários e todo o tecido económico-social pudessem “respirar” um pouco de uma carga fiscal
brutal que, durante alguns anos lhes foi imposta, de fora para dentro,
desnecessariamente, conforme se tem vindo a comprovar, mas, entretanto, 2020
será um ano e má memória para todo o mundo.
A pandemia, provocada pelo vírus COVID-19, que logo
no início do ano 2020 se alastrou por toda a Europa e restantes continentes,
tem provocado em milhões de pessoas infeções graves e mortes.
Portugal e os Portugueses, em geral, não têm razões
fortes para: festejar este Natal como era de tradição, contudo: a esperança em
melhores dias, não morreu; a esperança num futuro melhor mantêm-se, com
perspetivas de um nível de vida superior a que, legal e legitimamente têm
direito; portanto, haverá motivos que justificam acreditar, que o pior
brevemente, estará a passar; porque soubemos vencer os obstáculos que nos foram
colocados, razões mais que suficientes para encararmos este Natal com algum
otimismo, apesar das duras restrições e condicionalismos a que ainda estamos
sujeitos.
Desperdiçar esta quadra tão importante na vida das
pessoas, das famílias, das organizações, pode significar mais uma oportunidade
perdida, no caminho do Bem-Comum, do Amor, da Paz e da Felicidade. Não querer
aderir, com entusiasmo, às seculares e salutares tradições religiosas e
profanas portuguesas, dentro do que é possível e nos é permitido, é colocar-se
à margem de uma comunidade civilizada, culta e humanista, como é a Portuguesa,
em particular, e a sociedade Lusófona em geral.
Independentemente da crítica, já muito banal, que
muitas pessoas fazem, quando afirmam que “Natal
deveria ser todos os dias”, com a qual até se concorda, a verdade é que, se
pelo menos, uma vez por ano, houver um esforço de boa vontade, de afeto sincero
e de alegria, então vale a pena esperar um ano para se vivenciar este dia, com
a dignidade que tanto nos caracteriza.
Aproveito esta
oportunidade: primeiro, pedir desculpa por algum erro que, involuntariamente,
tenha cometido e, com ele, magoado alguém; depois, para desejar um Santo e
Feliz Natal, com verdade, com lealdade, com gratidão, seja no seio da família,
seja com outras pessoas, com aquela amizade de um sincero «Amor Humanista», sentimentos de tolerância, de perdão e muito
reconhecimento pelo que me têm ajudado, ao longo da minha vida,
compreendendo-me e nunca me abandonando. É este Natal, praticamente simbólico,
que eu desejo festejar com a alegria possível, pesem embora as atuais
restrições e condicionalismos, impostos por um conjunto de situações cruéis,
que atiram cada vez mais pessoas para a miséria, fome e morte.
Igualmente
desejo para todas as pessoas, independentemente de posições estatutárias, um
próspero Ano Novo de 2026, pesem, embora, os repressões existentes um pouco por
todo o mundo, algumas delas levado as pessoas à degradação humana, à miséria, à
fome e finalmente à morte.
Anseio
para todo o ser humano: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, Paz
e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas,
a minha imensa GRATIDÃO.
“NÃO, ao ímpeto das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo.
Caminho para a PAZ”
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=924397914665568&id=462386200866744
Venade/Caminha
– Portugal, 2025
Com
o protesto da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino
Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
http://diamantinobartolo.blogspot.com
https://www.facebook.com/ermezinda.bartolo
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