De nada serve iludir a situação, pintando-a cor-de-rosa, quando o povo vive em dificuldades, e não usufrui dos bens de primeira necessidade: saúde, família, educação/formação, trabalho, habitação confortável para o cidadão e sua família, férias, cultura e velhice com dignidade.
A gestão pública equilibrada implica uma visão
global da comunidade, para a partir dela elencar os melhoramentos que mais
eficaz, e duradouramente, possam contribuir para o desenvolvimento sustentável,
considerando-se que todos os melhoramentos e progresso nascem essencialmente do
trabalho: seja na construção de grandes infraestruturas; seja na prestação de
serviços: seja nas indústrias extrativas e transformadoras, bem como nos
serviços.
O denominado Portugal profundo, correspondente às
nossas aldeias e pequenas vilas, carece de imensas intervenções,
reconhecendo-se, embora, que nestas três décadas de Democracia muito já se
conseguiu. Há, todavia, muito mais para fazer: as acessibilidades e vias de
circulação, nas e para as freguesias, para além de deverem reunir as melhores
condições para o trânsito, no que se refere ao piso, largura e limpeza das
bermas, necessitam também de um outro melhoramento muito influenciador na condução
com segurança; trânsito pedonal – iluminação pública.
Com efeito, dotar todos os caminhos e arruamentos:
primeiramente, os que dão acesso às residências e instituições, com uma boa e
permanente iluminação pública; depois, os restantes, é uma medida que se
reveste de grande alcance no desenvolvimento, progresso e bem-estar das
populações.
A partir do levantamento, ainda que provisório, dos
limites do município, em consenso com os concelhos limítrofes, será mais fácil
avançar-se para as delimitações das respetivas freguesias de cada concelho,
afigurando-se conveniente um trabalho preparatório, informal: primeiramente com
o Presidente da Câmara e as suas freguesias; depois, entre os Presidentes das
Câmaras dos municípios confinantes.
Em princípio, os autarcas das freguesias, por si
sós, e/ou com a ajuda de cidadãos mais habilitados, são as pessoas que melhor
conhecem os limites dos seus territórios. Como metodologia de trabalho, entre
outras, provavelmente melhores, porém, agora, como reflexão, base de trabalho e
debate crítico, pode-se sugerir a formação de comissões alargadas, a nível das
freguesias, constituídas pelos membros da Junta de Freguesia, Assembleia de
Freguesia, Conselho Diretivo dos Baldios, Comissão Fabriqueira e Pároco,
Conselho de Anciãos, ex-presidentes de junta, associações de caçadores, etc.
A administração moderna, seja privada ou pública,
trabalha em função dos objetivos que são estabelecidos pelos executivos
responsáveis, os quais devem prestar contas aos acionistas e à população em geral,
respetivamente. É evidente que os objetivos gerais da instituição têm o
contributo dos desideratos específicos de cada departamento ou serviço, devendo
ser espírito e cultura da organização, todos trabalharem no sentido de:
primeiro, alcançarem objetivos específicos setoriais; depois, atingirem os
objetivos gerais finais. Com esta filosofia interiorizada por todos os
trabalhadores, seguramente que o produto final será de excelência, a começar no
atendimento dos utentes da organização.
As Autarquias Locais, habitualmente, e por força
das vastas e complexas competências legais que lhes estão consignadas pela
legislação, são um dos grandes empregadores de âmbito nacional e dispõem,
seguramente, de funcionários altamente especializados, para poderem dar resposta
às solicitações das respetivas comunidades, integrando nos seus quadros de
pessoal, mestres dos mais diversos ramos da administração, da tecnologia, da
ciência e da intervenção social.
Compete, portanto, ao executivo camarário valorizar
e dignificar os seus trabalhadores, justamente, convidando “a prata da casa” para os lugares disponíveis, concedendo a todos
as oportunidades de progressão, após reavaliações periódicas, enquadramento e
atribuição de novas funções, responsabilidades com os consequentes benefícios
financeiros nos salários e outras compensações legais, que venham a ter
direito.
O Gabinete de Apoio e Solidariedade às Juntas e
Freguesia, ou qualquer outro Departamento com designação diferente, pode
constituir-se numa excelente ferramenta: não só para apaziguar certos
comportamentos entre políticos, partidos, movimentos e instituições; como
também para relançar a esperança, recuperar a imagem e a dignidade que são
devidas a toda a pessoa humana em geral e, na circunstância, aos agentes políticos
em particular, aliás, segundo a perspectiva do Presidente da República no seu
discurso de 5 de outubro de 2008.
“NÃO, ao ímpeto
das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=924397914665568&id=462386200866744
Venade/Caminha –
Portugal, 2026
Com o protesto da
minha permanente GRATIDÃO
Diamantino
Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente
HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
TÍTULO DE
LORDE, POR MÉRITO CULTURAL” a quem devem ser prestadas as Honras da dignidade
atribuída aos membros desta Casa Real de Borgonha – Afonsina, bem como o
direito ao uso de armas distintivas. Dado e assinado, no Gabinete do Chefe da
Casa Real, em 27 de Dezembro de 2025.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3280847158747673&set=pcb.3280849792080743
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3286626388169750&set=pcb.30113390628317777
TÍTULO NOBILIÁRQUICO DE COMENDADOR.
CONDECORADO COM A “GRANDE CRUZ DA ORDEM INTERNACIONAL
DO MÉRITO DO DESCOBRIDOR DO BRASIL,
Pedro Álvares Cabral” pela Sociedade Brasileira de
Heráldica e Humanística
https://www.caminha2000.com/jornal/n925/venade.html
EMBAIXADOR CULTURAL
PERPÉTUO. BRASIL. ANGOLA. CABO VERDE. GUINÉ BISSAU. MOÇAMBIQUE. S. TOMÉ E
PRÍNCIPE. EMBAIXADA CULTURAL BRASIL ÁFRICA. 2025