Portugal, país de navegadores e de emigrantes, ao
longo de parte significativa da sua História, continua, já no século XXI, a ser
uma nação de trabalhadores: uns, que permanecem; outros, que saem mundo afora,
à procura de melhores condições de vida, para os próprios que partem e para os
seus familiares e dependentes. Portugal, também como país de acolhimento para
imigrantes oriundos de muitos países: da África à América; do Oriente ao
Ocidente; do Norte e do Sul.
Portugal tem a obrigação moral e solidária, de
acolher bem todos aqueles que, buscando melhor futuro, escolhem este país para
trabalhar e reunirem-se, depois, com as respetivas famílias, logo que as
condições legais e sociais o permitam. Rejeitar os imigrantes é negar os
valores tradicionais de hospitalidade e humanismo, que têm caraterizado os
portugueses, ao longo da sua história.
Utilizar os imigrantes, como mão-de-obra barata,
mas exigindo-lhes um esforço superior ao que se impõe aos nacionais, é uma
inaceitável violação dos mais elementares direitos humanos, porque: «1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho,
à livre escolha do seu trabalho, às condições equitativas e satisfatórias do
trabalho e à proteção contra o desemprego; 2. Todos têm direito, sem nenhuma
discriminação, a salário igual por um trabalho igual.» (D.U.D.H, 1948: Artº
23º, in: RODRIGUES, (s.d:187).
A globalização, relativamente aos mercados de bens
de consumo, de capitais, e nos domínios da investigação e tecnologia, a par, e
na circunstância, de Portugal, não só manter relações diplomáticas com todos os
países do mundo, como também fazer parte de pleno direito e poder, de um dos
blocos mais fortes económica, científica e tecnologicamente, como é a União
Europeia, vem estimulando os cidadãos, oriundos de países não integrantes de
blocos político-económicos fortes, a imigrarem para os países da União
Europeia, Estados Unidos da América, Austrália e, recentemente, mais alguns
países emergentes, onde se incluem o Brasil, a Rússia, a Índia e a China.
A mobilidade global, a nível das migrações
internacionais, vem-se manifestando, com crescente aumento da movimentação de
trabalhadores. Portugal, por força das suas dificuldades, e porque não é um
país rico em recursos naturais, também continua a exportar alguma mão-de-obra e
os nossos emigrantes da primeira geração, de finais da década de cinquenta e
princípios da de sessenta (1950-60), continuam nos países de acolhimento,
regressando, uma parte deles, naturalmente, com as pensões de reforma a que
terão direito.
Um pouco por todo o país já se veem muitos
imigrantes, ainda que as maiores concentrações se verifiquem nos grandes
centros urbanos e cidades limítrofes. Nas pequenas vilas e em muitas aldeias, a
imigração é um sinal destes novos tempos.
Este fenómeno, que pode originar diversas situações
sociais menos boas, principalmente quando os imigrantes não encontram trabalho,
pode (e deve) ser acompanhado, também, pelas autarquias locais e, na medida do
possível, colaborar nos processos de integração plena na sociedade portuguesa,
porque os fluxos migratórios, em todo o mundo, sempre existiram e vão continuar
a desenvolver-se, eventualmente, para os países mais democráticos e liberais,
com um bom nível de vida, a partir da existência de postos de trabalho
disponíveis, melhores sistemas de segurança social, assistência médica e
medicamentosa, educação e baixa taxa de desemprego, em relação aos países de
origem desses mesmos imigrantes. No passado, ainda recente (retomando-se
atualmente), este fenómeno migratório também se verificou com os portugueses.
BIBLIOGRAFIA.
RODRIGUES,
Edgar, (s.d.). Violência, Autoridade & Humanismo. Rio de Janeiro: Empresa
Gráfica Carioca, S.A.
“NÃO,
ao ímpeto das armas; SIM, ao diálogo criativo/construtivo. Caminho para a PAZ”
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=924397914665568&id=462386200866744
Venade/Caminha
– Portugal, 2026
Com
o protesto da minha permanente GRATIDÃO
Diamantino
Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente
HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
http://nalap.org/Directoria.aspx
TÍTULO DE LORDE, POR MÉRITO CULTURAL” a quem devem ser
prestadas as Honras da dignidade atribuída aos membros desta Casa Real de
Borgonha – Afonsina, bem como o direito ao uso de armas distintivas. Dado e
assinado, no Gabinete do Chefe da Casa Real, em 27 de Dezembro de 2025.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3280847158747673&set=pcb.3280849792080743
https://www.facebook.com/photo/?fbid=3286626388169750&set=pcb.30113390628317777
TÍTULO NOBILIÁRQUICO DE COMENDADOR.
CONDECORADO COM A “GRANDE CRUZ DA ORDEM INTERNACIONAL
DO MÉRITO DO DESCOBRIDOR DO BRASIL,
Pedro Álvares Cabral” pela Sociedade Brasileira de
Heráldica e Humanística
https://www.caminha2000.com/jornal/n925/venade.html
EMBAIXADOR CULTURAL PERPÉTUO. BRASIL. ANGOLA. CABO
VERDE. GUINÉ BISSAU. MOÇAMBIQUE. S. TOMÉ E PRÍNCIPE. EMBAIXADA CULTURAL BRASIL
ÁFRICA. 2025
https://www.facebook.com/photo/?fbid=864391462845141&set=pcb.864391572845130
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